Whatsappp

(21) 985.564.736

Celular

(21) 988.614.508

Campos de Goytacazes/RJ

 (22) 3013.9494 

(22) 3026.2613

Fertilização in Vitro: As 4 dúvidas mais comuns sobre o procedimento

Os dados do IBGE revelam que os números de tratamentos de fertilização em todo o país vêm registrando sucessivos aumentos nos últimos sete anos. Os dados mais recentes, divulgados em 2018, apontam mais de 36 mil nascimentos anuais. O método mais utilizado pelos casais com dificuldades para engravidar é a Fertilização In-Vitro (FIV) que consiste na estimulação ovariana a base de medicamentos para obter o maior número de óvulos e aumentar as chances da gravidez. "A indicação desse tratamento é para aqueles casais que não conseguem uma gravidez após um ano de relações sexuais não protegidas. Sabe-se que 10-15% dos casais enquadram-se nesse critério, devendo procurar um especialista para maiores investigações sobre o motivo de não estarem conseguindo engravidar", afirma o especialista em Reprodução Humana Dr. Roberto de Azevedo Antunes, Diretor-médico da Clínica Fertipraxis, na Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro.  

Atualmente a Organização Mundial da Saúde considera a dificuldade de engravidar como uma “doença” do sistema reprodutivo. As dúvidas em relação às dificuldades de engravidar são comuns entre os casais mesmo aqueles que não tem diagnóstico de infertilidade. O dr. Roberto Antunes esclarece a seguir as dúvidas mais comuns entre os pacientes:       

1- "O que é Fertilização in vitro?"  

Reprodução assistida, ou seja, “o bebê de proveta”. Ela corresponde ao processo no qual a paciente é submetida a uma hiperestimulação ovariana controlada com gonadotrofinas (injeções subcutâneas), a qual produz uma reposta ovariana de múltiplos folículos (e, portanto, maior chance demais óvulos). Esses são puncionados por via transvaginal guiada por ultrassonografia, para a obtenção dos óvulos, que após sua captação e retirada dos folículos ovarianos, são preparados para a realização de dois possíveis procedimentos: a FIV clássica, quando colocamos os óvulos juntamente com os espermatozoides em cultura e deixamos que os espermatozoides fecundem os óvulos por conta própria, ou, mais recentemente, a FIV tipo ICSI, isto é, a injeção intracitoplasmática de um espermatozóide capacitado (escolhido) em cada um dos óvulos maduros aspirados. Independente da técnica utilizada, após a fecundação e desenvolvimento inicial dos embriões, transferimos um determinado número deles para a paciente através de um cateter, através do colo uterino, guiado pela ultrassonografia, para definir um melhor local de colocação dos embriões no útero. Então, esperamos entre 12-18 dias para saber se a paciente engravidou.   

 2- "Vou fazer uma Fertilização in vitro, vou engravidar na minha 1ª tentativa?"  

De um modo geral, as chances de sucesso do procedimento giram em torno de 30% por tentativa. Além disso, existem diversos fatores que influenciam essas taxas de gravidez, como por exemplo: a idade da paciente, a causa da infertilidade, o tipo de protocolo utilizado para a FIV, entre outros. Portanto, antes de podermos estimar as chances de uma fertilização in vitro bem-sucedida, precisamos considerar todos esses fatores. Também não é verdade, porém, que “são precisa muitas até o sucesso”. Por isto, o planejamento de uma tentativa deve ser bem cuidadoso.  

 3- "Fiz uma fertilização in vitro e consegui muitos óvulos, qual é a melhor opção: congelar os óvulos excedentes ou fertiliza-los e congelar os embriões excedente?"  

Essa é uma dúvida que deve sempre ser discutida com seu médico durante a realização de uma FIV. O congelamento de embriões é a forma clássica de preservar o resultado excedente de um ciclo de reprodução assistida. A utilização de embriões descongelados em tentativas subsequentes ainda possui melhores taxas de sucesso do que a utilização de óvulos descongelados. Entretanto, as novas técnicas de congelamento e descongelamento de óvulos vêm trazendo resultados cada dia melhores de aproveitamento e sucesso, de modo que atualmente já existem diversos casos relatados de gravidez após utilização de óvulos descongelados. Devemos ainda considerar que o congelamento de óvulos evita a ocorrência de questões éticas importantes que ocorrem quando congelamos embriões, como por exemplo: o destino desses embriões caso um casal se separe, o que fazer com os embriões excedentes quando o casal consegue ter seu filho, entre outras. Portanto, antes de decidir o que fazer com o excesso de óvulos, tenha uma nova conversa com seu médico!   

 4- É possível fazer uma fertilização in vitro quando um dos membros do casal é portador do vírus HIV?  

Um casal no qual um dos cônjuges é portador do vírus HIV e o outro não. Dessa forma, conseguimos evitar o contágio do homem quando a mulher é portadora do vírus e minimizar o contágio da mulher quando o homem é soropositivo.  Quando utilizamos gametas (óvulos e espermatozoides) de um portador do vírus eles são preparados de modo especial, diminuindo também as chances de transmissão do vírus para o embrião durante a sua formação e desenvolvimento no laboratório. 

Acompanhe nas redes sociais

 



Informações de Contato

Barra da Tijuca
Avenida das Américas, 4666 salas 312/313
Centro Médico Barrashopping
Rio de Janeiro / RJ
Segunda à sexta das 08:00h às 19:00h
Sábados das 08:00h às 12:00h.

Ipanema
Rua Visconde de Pirajá 407 – Sala 903 -  Ipanema
Ipanema Officenter
De segunda à sexta das 09:00h as 18:00h

Campos de Goytacazes/RJ
Dra. Joyce Barreto
Rua Saldanha Marinho, 458 - sala 1215
Ed. Connect
De segunda à sexta das 09:00h as 18:00h

 

Barra da Tijuca