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Fatores que afetam negativamente a fertilidade da mulher

Obesidade
O metabolismo dos hormônios esteroides sexuais fica alterado nas mulheres obesas. Ovário e tecido adiposo produzem mais estrogênio e esse aumento pode provocar alterações ovulatórias. Além disso, as principais causas de infertilidade em pacientes obesas são a redução da frequência de ovulações, pior qualidade oocitária e dos embriões formados.

Magreza excessiva
A magreza excessiva, com IMC abaixo de 17kg/m², também pode prejudicar a fertilidade feminina. A falta de peso interfere na produção hormonal, reduzindo a produção de estrogênio no organismo e resultando em perturbações no ciclo menstrual e ovulatório, que causam dificuldades para engravidar.

Hipotireoidismo
O hipotireoidismo (quantidade de hormônios produzidos pela tireoide abaixo do normal) é comum em mulheres. Quando esse problema não é controlado, há a possibilidade de redução da fertilidade devido à interferência no chamado eixo hormonal hipófise-ovariano.

Muita cafeína
A cafeína em excesso pode ser prejudicial à fertilidade – e à saúde como um todo. Embora a relação entre cafeína e fertilidade careça de esclarecimentos, a recomendação é pelo consumo moderado da substância. Como a cafeína pode oferecer benefícios à saúde, recomenda-se o consumo máximo de duas xícaras de café (ou outras bebidas com cafeína) por dia.

Exposição a produtos químicos em casa
Produtos de limpeza, tintas, alimentos com corantes, solventes, esmaltes para unhas, cosméticos e tinturas – muitos deles comuns de se ter em casa – podem ser tóxicos se manuseados em excesso, acabando por afetar de forma negativa a fertilidade feminina. Os efeitos nocivos da exposição a produtos químicos tóxicos podem resultar em abortos espontâneos, malformações fetais e menstruação irregular, além da redução da fertilidade como um todo.

Doenças ginecológicas
A síndrome dos ovários policísticos, a endometriose e os miomas uterinos são doenças ginecológicas comuns que afetam diretamente a fertilidade feminina. Nestes casos, não há como preveni-las, mas o diagnóstico precoce pode amenizar os sintomas, impedir a piora do quadro e proporcionar à mulher (ao casal) um tratamento que possibilite uma gravidez saudável.

Tabagismo
O tabagismo causa uma maior taxa de infertilidade, redução da fecundidade e um aumento no tempo para concepção. Além disso, os componentes tóxicos encontrados no cigarro podem provocar a falência ovariana precoce, causando inúmeros problemas. Além da fertilidade feminina, a masculina também pode ser afetada pelo tabagismo.

DSTs
As doenças sexualmente transmissíveis (DSTs) podem afetar a fertilidade da mulher. No caso, interferem na resposta imunológica e inflamatória, com impactos negativos no funcionamento dos órgãos pélvicos, reduzindo, assim, a fertilidade. Evite as DSTs através do sexo seguro (com camisinha) e indo regularmente ao médico ginecologista.

Estresse
Diversos estudos já associaram o estresse à diminuição da fertilidade do casal, perdas gestacionais e piora nos resultados perinatais. Portanto, controle o seu estresse. Como? Recomenda-se uma alimentação balanceada, a realização de exercícios físicos regulares, um tempo para relaxar, dormir bem, entre outras coisas.

Muito exercício físico
Sim, exercício físico em excesso (e de forte intensidade) pode reduzir a fertilidade por gerar bloqueio no eixo hipofisário-ovariano. A endorfina liberada com a prática intensa de exercícios inibe a hipófise, comprometendo, assim, a ovulação. Isso causa uma alteração ovulatória que, por consequência, gera anovulação e ausência de menstruação.

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