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Síndrome dos ovários policísticos: tratamento

 

 

O tratamento é baseado na mudança do estilo de vida, a mulher precisa de uma dieta saudável, com ordenamento das refeições e prática de atividades físicas, principalmente quando apresenta aumento de peso. Pela relação alterada entre os níveis da glicose sanguínea e da insulina, a intervenção medicamentosa mais conhecida é a utilização de substâncias denominadas “sensibilizadoras da insulina”, que visam reverter este quadro, permitindo a normalização das taxas de insulina, acompanhada da regularização dos ciclos menstruais, melhora das  condições da pele, melhora das condições de peso (60 a 70% apresentam alterações  de peso) e restabelecimento da fertilidade, entre outros aspectos.   

De acordo com a Dra. Maria do Carmo, os medicamentos mais usados para tratar o distúrbio são as chamadas biguanidas, das quais a mais conhecida é a Metformina, bastante usada no tratamento do diabetes tipo 2. "Uma paciente de SOP e com hiperinsulinemia pode não ser diabética, mas se beneficia de efeitos de correção do metabolismo no fígado e na produção dos androgênios pelos ovários", explica. 

O uso da metformina pode causar náuseas, diarreia, perda de apetite, gosto metálico na boca, entre outros, que por vezes dificultam o início do tratamento ou sua manutenção. "Quando há gravidez, a metformina é considerada um remédio de Categoria B, isto é, não tem efeitos teratogênicos (causador de malformações) demonstrados, pode ser usado com cautela no 1º trimestre de uma gravidez e, a partir daí seu uso merece uma avaliação mais cuidadosa de risco/benefícios", relata a Dra. Maria do Carmo.   

Nos últimos anos a literatura médica especializada tem introduzido o uso de "inositóis" no tratamento da Síndrome do Ovário Policístico. Como novos agentes “sensibilizadores de insulina” o mio-inositol tem se mostrado capaz de interferir positivamente em todos os parâmetros metabólicos da  hiperinsulinemia e do hiperandrogenismo, sem os efeitos indesejáveis da metformina e sem preocupações quanto ao seu uso em grávidas, restabelecendo entre 3 a 6 meses a regularidade dos ciclos, a ovulação e a qualidade dos óvulos em ciclos de fertilização in vitro. "É uma nova perspectiva, vez que se tratam de vitaminas do complexo B, atuando diretamente junto à insulina ao ativar mecanismo que permite a absorção da glicose pela célula", conclui a especialista.  

Veja a matéria publicada pelo CJC Online  

 

 

 

 

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