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Veja aqui alguns dos "babys Fertipraxis". Curta com a gente.

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Isabela

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Dr. Marcelo e Miguel

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Dra. Maria do Carmo e Miguel

 

 

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Dr. Roberto e Miguel

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  Valentina e Bernardo 

disfuno eretilsiteProblemas persistentes na obtenção da ereção ou na manutenção da ereção por tempo suficiente para finalizar a relação sexual caracterizam o surgimento da disfunção erétil. Entretanto, muitos homens sofrem com problemas de ereção ocasionais ou temporários, o que não significa que tenham disfunção erétil. Ou seja, o problema deve ocorrer regularmente. Não necessariamente toda vez que o homem tem uma relação sexual, mas com alguma frequência.

Mais de 152 milhões de homens em todo o mundo sofrem de disfunção erétil. Apenas 10% procuram tratamento. O diagnóstico é feito pelo médico por meio da anamnese (entrevista médica) e um exame físico completo. Ainda que se observe que homens à medida que envelhecem passam a ter problemas para obter uma ereção, mudanças normais relativas ao envelhecimento não devem ser confundidas com a disfunção erétil, que é altamente tratável quando ocorre.

As causas do problema podem ter origens diversas. Toda doença ou condição que interfira no fluxo do sangue para o pênis durante a estimulação sexual pode ser a causa da disfunção erétil. Exemplos: diabetes, doenças do coração e pressão alta. Até mesmo determinados medicamentos indicados para outros problemas de saúde podem causar a disfunção erétil como efeito colateral. No caso, medicamentos para alergias, doenças do coração e úlceras, entre outros.

O fumo e as bebidas alcoólicas em demasia, além da obesidade, podem ser também fatores de risco do problema para os homens. Portanto, é importante parar de fumar, moderar no consumo de bebidas alcoólicas e manter um peso saudável – alimentação balanceada e prática de exercícios físicos. Deste modo o homem estará ajudando a prevenir uma possível disfunção erétil no futuro, além, é claro, de estar também ajudando a tratar o problema já diagnosticado.

Importante ressaltar que a disfunção erétil não tem cura, mas ótimos métodos de tratamento que podem ajudar o homem a responder efetivamente a uma estimulação sexual. As opções: medicamentos orais; terapia com injeções; comprimido para inserção uretral; dispositivos de vácuo; implantes cirúrgicos; e até medicamentos à base de ervas. Os implantes cirúrgicos são recomendados em último caso. Para cada caso, o médico deve indicar o melhor tratamento.

Os efeitos de cada tratamento variam de homem para homem, embora todos sejam eficazes no tratamento da disfunção erétil. Por isso é importante ter um acompanhamento médico, a fim de mudar o tratamento, caso seja necessário. Ou seja, se um tipo de tratamento não oferecer o resultado desejado, há mais opções que podem vir a funcionar significativamente. Aliás, é essencial que o paciente converse com o médico, sendo o mais transparente nas respostas.

Como já dito, o diagnóstico da disfunção erétil é feito a partir de uma série de perguntas do médico a respeito dos seus sintomas, da sua saúde geral e do seu estilo de vida. Também é realizado um exame físico e o médico pode vir a pedir alguns exames de laboratório. O exame físico é feito com o objetivo de procurar sinais físicos (doenças) que influenciam no problema. Em relação aos exames, pode ser testado o nível de testosterona do paciente, por exemplo.

 

CRIOPRESERVAÇÃOO ano de 2012 apontou a ocorrência de 260.640 casos novos de câncer em mulheres no Brasil. Avanços significativos no diagnóstico e no tratamento oncológico permitiram um aumento da taxa de cura e sobrevida das mulheres diagnosticadas com câncer, especialmente em crianças e mulheres jovens.

A American Society for Reproductive Medicine (ASRM) e a American Society of Clinical Oncology (ASCO) consideram o congelamento de óvulos maduros e embriões como as únicas técnicas estabelecidas para a preservação de fertilidade em mulheres. 

Amanhã, dia 26 de outubro, a Dra. Maria do Carmo Borges de Souza estará ministrando uma palestra sobre  a ética na técnica de CRIOPRESERVAçÂO, durante o Congresso da Rede Latino Americana de Reprodução Assistida.

Maria do CarmositeFertipraxis sempre presente nos principais eventos da Classe médica que atuam na área de fertilização,marcará presença no próximo dia 26 de outubro no evento da REDLARA. A palestra que será ministrada pela Dra. Maria do Carmo Borges de Souza, sobre "É ético oferecer criopreservação de tecido ovariano?" ocorrerá durante o Congresso da REDLARA (Rede Latino Americana de Reprodução Assistida) em Brasilia.

Em julho deste ano, Londres recebeu o 29° Congresso Europeu de Reprodução Humana e Embriologia (o ESHRE 2013) e, entre os principais temas debatidos no encontro, se destacou os aspectos metabólicos associados à diminuição da fertilidade em mulheres. No caso, três aspectos causam maiores consequências reprodutivas: a vitamina D, a obesidade/adiponectina e a resistência à insulina. Veja o que foi abordado sobre os três tópicos.
VITAMINA D. Como mostram recentes estudos, a vitamina D é um metabólito que pode afetar a produção hormonal ovariana. A vitamina pode diminuir a produção de andrógenos pelo ovário, resultando em uma maior qualidade ovulatória – especialmente em mulheres com síndrome dos ovários policísticos. Esta condição pode levar a um aumento significativo nas taxas de gravidez em pacientes com níveis adequados de vitamina D. Um estudo de 2010 indicou que quanto maior o nível de vitamina D no sangue, melhor é a taxa de implantação e gravidez clínica em pacientes submetidas à fertilização “in vitro”.
OBESIDADE/ADIPONECTINA. Diversos estudos já sugeriram que a obesidade pode significar piores óvulos e, assim, embriões de menor qualidade quando comparados com mulheres não obesas. Recentemente, uma análise genética dos óvulos de mulheres obesas comprovou que a meiose dos óvulos delas tem uma tendência à anormalidade, o que leva a um aumento na probabilidade de embriões geneticamente alterados. Fora isso, outros trabalhos analisaram a expressão gênica do endométrio de mulheres obesas e observaram que a expressão era diferente da expressão gênica vista em endométrios considerados receptivos. Diante destes resultados, é possível concluir que a obesidade tem relação com uma menor chance de gestação e uma maior chance de aborto em tratamentos de fertilização “in vitro”.
Quanto à adiponectina, se observou que esta proteína está menos presente em mulheres obesas. Em estudos recentes, a diminuição da adiponectina, não só em mulheres obesas, foi relacionada a um pior desenvolvimento ovulatório e embrionário em mulheres submetidas a tratamentos de fertilização “in vitro”. A partir disso, há quem considere o nível de adiponectina pode ser um fator prognóstico de um tratamento de fertilização “in vitro”.
RESISTÊNCIA À INSULINA. Este fator sempre este relacionado à síndrome dos ovários policísticos. Dentro deste entendimento, a resistência à insulina está ligada diretamente aos ciclos anovulatórios pelos seguintes mecanismos: aumento da produção periovariana androgênica e alteração do metabolismo hepático (o que resulta em uma alteração dos hormônios esteroides). Ultimamente, estudos têm também relacionado a hiperinsulinemia (resultante da resistência à insulina) às alterações oxiodativas nos óvulos – fator que diminui a qualidade deles. Ou seja, em pacientes com resistência à insulina diagnosticada, se tornou obrigatório o uso de agentes sensibilizadores à insulina, a fim de melhorar a qualidade dos óvulos e aumentar as chances de gravidez em tratamentos de fertilização “in vitro”.

ASRM2013Dra Maria do Carmo, da Clinica Fertipraxis participará do ASRM Annual Meeting 2013 (Congresso da Sociedade Americana de Medicina Reprodutiva)  que será realizado em Boston, nos dias de 12 à 17 de outubro.

Durante o período do evento, a Dra.participará da reunião ICMART (International Committee Monitoring Assisted Reproductive Technologies, Comite Internacional de monitoramento das tecnologias de Reprodução Assistida), como Presidente da Rede Latinoamericana de Reprodução Assistida (REDLARA). Na atividade do Comite, a Presidente da REDLARA , apresentará os dados de reprodução assistida relativas a America Latina e do Brasil, individualmente.O evento reunirá o conselho diretor da REDLARA e profissioanis presentes no Congresso.

Além destas atividades já citadas. Dra Maria do Carmo estará presente também, na 2º reunão de especialistas em Fertilidade com atuação na America Latina, está reunião será o II Fertility Experts Latam Meeting.

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