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Quem trabalha com reprodução assistida tem de se manter atualizado. Fertipraxis recebe profissionais brasileiros e da América Latina. Imagens do Centro de Estudos e  dos medicos visitantes, dra Lara R Loyola, de Pelotas RS, drs Erika Loyaza Cruz e dr Paul Marroquin, do Peru. Benvindos!

Historicamente, a fertilização in vitro provocou o crescimento do número de gravidezes de gêmeos. Casais que buscavam esse tipo de tratamento para poderem engravidar tinham o receio, justificado, de que receberiam a notícia de que a fertilização in vitro fora um sucesso, mas com mais de um feto.

Mais dúvidas sobre avaliação genética embrionária pré-implantacional. É muito comum o casal se confundir sobre o que são cromossomos e genes quando estamos explicando sobre as doenças detectáveis no PGD.

Sobre a avaliação genética embrionária em ciclos de fertilização um vitro: muitos casais, ao realizarem um tratamento de fertilização um vitro, se deparam com a possibilidade de fazer uma avaliação genética dos embriões produzidos através de uma biópsia, isto é, da retirada de um pequeno grupo de células deles. Assim sendo, algumas dúvidas surgem sempre. Tentarei explicar algumas delas ao longo dos próximos posts. A primeira delas, invariavelmente é: "Dr, esse pedacinho que é retirado faz falta ou prejudica o embrião?". E a resposta é: NÃO! Até o momento, os trabalhos científicos e pesquisas mostram que não há prejuízo ao desenvolvimento do embrião que é submetido à biópsia antes de sua implantação. Contudo, algumas condições devem ser respeitadas para que essa afirmação seja válida: 1- o embrião deve ser biopsiado quando encontra-se no estágio de desenvolvimento chamado de blastocisto (embrião da foto). Nesse estágio, que ocorre habitualmente a partir do quinto dia de vida, os trabalhos não mostram diferenças nas taxas de implantações e abortamento quando são comparados os embriões biopsiados daqueles não biopsiados. Para maiores esclarecimentos, converse com um especialista em medicina reprodutiva.

Publicado no jornal científico Human Reproduction, um estudo revelou que as chances de engravidar podem ser ainda maiores dependendo do tempo em que a mulher usou anticoncepcionais orais. Segundo o estudo, as mulheres que usaram anticoncepcionais orais por mais de quatro anos têm mais chances de engravidar dentro do período de um ano do que as mulheres que usaram anticoncepcionais por dois anos.

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