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Mais dúvidas sobre avaliação genética embrionária pré-implantacional. É muito comum o casal se confundir sobre o que são cromossomos e genes quando estamos explicando sobre as doenças detectáveis no PGD.

Sobre a avaliação genética embrionária em ciclos de fertilização um vitro: muitos casais, ao realizarem um tratamento de fertilização um vitro, se deparam com a possibilidade de fazer uma avaliação genética dos embriões produzidos através de uma biópsia, isto é, da retirada de um pequeno grupo de células deles. Assim sendo, algumas dúvidas surgem sempre. Tentarei explicar algumas delas ao longo dos próximos posts. A primeira delas, invariavelmente é: "Dr, esse pedacinho que é retirado faz falta ou prejudica o embrião?". E a resposta é: NÃO! Até o momento, os trabalhos científicos e pesquisas mostram que não há prejuízo ao desenvolvimento do embrião que é submetido à biópsia antes de sua implantação. Contudo, algumas condições devem ser respeitadas para que essa afirmação seja válida: 1- o embrião deve ser biopsiado quando encontra-se no estágio de desenvolvimento chamado de blastocisto (embrião da foto). Nesse estágio, que ocorre habitualmente a partir do quinto dia de vida, os trabalhos não mostram diferenças nas taxas de implantações e abortamento quando são comparados os embriões biopsiados daqueles não biopsiados. Para maiores esclarecimentos, converse com um especialista em medicina reprodutiva.

Publicado no jornal científico Human Reproduction, um estudo revelou que as chances de engravidar podem ser ainda maiores dependendo do tempo em que a mulher usou anticoncepcionais orais. Segundo o estudo, as mulheres que usaram anticoncepcionais orais por mais de quatro anos têm mais chances de engravidar dentro do período de um ano do que as mulheres que usaram anticoncepcionais por dois anos.

Um estudo realizado por pesquisadores da Universidade de Southampton e do Centro de Fertilidade Completa do Hospital Princesa Anne constatou que a qualidade do óvulo fica muito comprometida na endometriose. De acordo com ele, a capacidade de um óvulo amadurecer foi bloqueada pela doença crônica que afeta cerca de 10% das mulheres e causa dor abdominal, menstruações irregulares e diminuição da fertilidade.

De acordo com estudos médicos, a fertilização natural após os 40 anos é rara. Mesmo que as mulheres hoje adotem hábitos mais saudáveis, a melhoria da saúde na vida adulta não afeta o declínio natural da fertilidade relacionado com a idade. Ou seja, mesmo cuidando melhor de si mesmas, as mulheres não conseguem evitar que a fertilidade diminua à medida que envelhecem, o que resulta na redução regular do número de óvulos nos ovários.

Tumores benignos de tecido muscular presentes no útero, os miomas uterinos surgem quando uma única célula muscular na parede do útero se multiplica e cresce formando um tumor benigno. Dependendo do tamanho e da localização, os miomas podem afetar a fertilidade da mulhermiomas que estão dentro da cavidade uterina (submucosos) ou miomas muito grandes (maiores que 6cm de diâmetro) no interior da parede do útero são exemplos disso.

O tratamento do câncer pode afetar a fertilidade da mulher. Por esse motivo, após o diagnóstico da doença, o médico deve esclarecer a paciente sobre como o tratamento pode interferir na concepção de um bebê futuramente e também falar das alternativas para preservação da fertilidade, como a técnica de congelamento de óvulos. As medidas para preservar a fertilidade da mulher devem ser tomadas antes do início do tratamento do câncer.

A seguir, saiba como cada tipo de tratamento do câncer pode afetar de forma distinta a fertilidade feminina.


Quimioterapia

Os medicamentos quimioterápicos, em sua maioria, podem danificar os óvulos da paciente e, por consequência, afetar a fertilidade. A intensidade do dano dependerá de diversos fatores, como idade, tipo de medicamento e quanto de dose administrada. Há medicamentos com mais riscos de provocar danos aos óvulos ou infertilidade na mulher do que outros. Recomenda-se que a paciente, antes do início do tratamento quimioterápico, converse com o médico sobre os medicamentos prescritos e os riscos associados à infertilidade.

• Quimioterapia e gravidez: mulheres tratadas com quimioterapia antes dos 35 anos de idade apresentam mais chances de engravidar após o tratamento. Em alguns casos, a fertilidade pode ser temporária após a quimioterapia. Além disso, há maior risco de menopausa precoce para mulheres jovens que realizaram o tratamento. A menopausa pode tornar a mulher infértil, já que os ovários param de liberar óvulos e de produzir os hormônios femininos.

Como alguns óvulos são destruídos durante o tratamento, é necessário que a paciente consulte um especialista em fertilidade para saber se permanece ou não fértil. Além disso, recomenda-se que a mulher não engravide nos primeiros seis meses após a quimioterapia, pois os medicamentos podem ter causado danos aos óvulos que estavam em maturação. O ideal é que toda a paciente submetida à quimioterapia consulte seu médico antes de tentar engravidar.

 

Terapia alvo e imunoterapia

Ainda pouco se sabe sobre os efeitos dos medicamentos alvo na fertilidade da mulher ou em uma gravidez. A exceção é o bevacizumab, medicamento que estudos já revelaram provocar insuficiência ovariana, sendo que os ovários de determinadas mulheres nunca se recuperam. Já em relação aos medicamentos chamadas inibidores da tirosina-quinase, como o imatinibe, o que se sabe é que eles podem provocar malformação no feto. Devido a isso, antes de tomar a decisão de engravidar, a paciente deve conversar com seu médico.


Transplante de Células Tronco

No caso do transplante de células tronco – tratamento que envolve altas doses de quimioterapia e, em alguns casos, radioterapia de corpo inteiro –, evidências mostrar que muitas mulheres tiveram a liberação dos óvulos interrompida de forma permanente. É necessário conversar com o médico sobre esse risco antes de optar por esse tipo de tratamento do câncer.

 

Radioterapia

Ao utilizar radiações ionizantes para destruir ou inibir o crescimento das células cancerosas, a radioterapia pode acabar danificando os ovários da paciente. Além do mais, doses elevadas de radiação nas regiões do abdômen ou pelve, podem destruir alguns óvulos (ou todos eles), provocando infertilidade ou um quadro de menopausa precoce.

Outras consequências do tratamento radioterápico: a irradiação do útero pode provocar cicatrizes, limitando a flexibilidade e o fluxo de sangue. Resultado: isso pode limitar o crescimento e expansão do útero durante a gravidez, aumentando assim o risco de aborto e nascimentos de bebês prematuros. Em outros casos, a irradiação do cérebro pode afetar a glândula pituitária, que tem relação com a produção de hormônios pelos ovários: dependendo do foco e da dose de radiação, essa situação pode afetar a fertilidade feminina. Novamente, a paciente deve conversar com seu médico sobre o momento mais adequado para engravidar terminado o tratamento por radioterapia.

Cirurgia

O tratamento cirúrgico em determinados órgãos do sistema reprodutor feminino pode impossibilitar a mulher de gerar uma criança. É o caso da histerectomia, procedimento cirúrgico para remoção do útero. Obviamente, uma vez que o útero é removido, a paciente não poderá engravidar.

Em alguns casos de câncer de ovários em estágio inicial, o cirurgião tem mais chance de preservar um dos ovários, mantendo, assim, os óvulos e permitindo que a mulher engravide. Já mulheres com câncer de colo do útero podem ser submetidas à traquelectomia, procedimento que consiste na retirada do colo do útero, preservando o corpo do útero e permitindo uma gravidez. Em todo caso, a paciente deve conversar com seu médico sobre os riscos de uma cirurgia em relação à fertilidade.

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